Archive for July, 2010

calibre

(Batidas BATFUN) Um novo estilo musical da cidade de SALVADOR, BAHIA (BRASIL nordeste), criada em 2009, pelo MC CALIBRE Percebendo o poder que a musica baiana tem no mundo, ele toma os ritmos do AXE, pagode, dá uma nova cara as batidas de RAP, traz um novo mundo: ELECTRONICS AXÉ, PAGODE ELECTRONIC, muita percussão HIP HOP direto do BRASIL.
Este som faz parte do trabalho “O mais falado” em parceria do rapper com o Fall Classico.

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2unyt11

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20100527-TIMIXTAPESom que estará na Mixtape…

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ja rule

Single oficial do próximo album do rapper, Renaissance Project, previsto para o final do ano.

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CHAPA PRETA - É o Rio!

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@BunBTrillOG disponibilizou na rede a colaboração de Drake para seu disco, Trill O.G., nas ruas em 3 de agosto.

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RickRossTEFLONDON

Rick Ross não conseguiu superar Eminem na lista Billboard 200 – a parada americana de álbuns. O rapper de Detroit continua firme com seu Recovery, que vendeu 187.200 cópias em sua quinta semana nas lojas, totalizando 1.669.600 até o momento.

Ross aparece em segundo com seu Teflon Don, que vendeu 176.300 unidades em sua semana de estreia. Esta é a primeira vez que o rapper de Miami não consegue estrear em primeiro.

Drake aparece na quarta posição com seu Thank Me Later, que vendeu 47.400 cópias na semana e 880.500 desde que foi lançado.

Em notícia relacionada, Fat Joe estreará na parada americana de álbuns na semana que vem. O rapper lançou ontem (27) seu mais novo álbum de estúdio, Darkside Volume 1.

CDR.

http://www.rap-up.com/blog/wp-content/uploads/2010/07/usher-jay-z.jpg

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XaraFotoOficial

O rapper Xará, ex-integrante do coletivo 5º andar, anunciou o lançamento do single “Estação Quinze”, com participação especial da cantora Juju Gomes. A música é uma prévia do seu primeiro disco solo, que será lançado ainda esse ano pelo novo selo “Blade Runner Rio” (também fazem parte do selo o rapper Gutierrez e o produtor Damien Seth).

Em “Estação Quinze” o artista fala da sua relação com o bairro onde cresceu (Campinho – RJ). Com o estilo de escrita autêntico, somado à produção de alto nível do mestre Damien Seth, este novo trabalho promete colocar Xará entre os artistas mais tocados no seu player.

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Segue abaixo vídeo oficial do Killa Priest, Words From a Viking, que é a 1ª de uma série de 5 partes que nos leva até o lançamento do seu novo álbum, The 3 Day Theory, nas ruas hoje.
Confira:

Nelly


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OEquilibrista

Depois de apresentar o single “Cara de Palhaço” e o teaser “O Despertador do Mágico”, Doncesão lança agora, a música “O Equilibrista”.
O vídeo da música, estréia no MTV Lab Coletivo desta madrugada (terça, às 2h30 – reprise: sábado, às 10h).

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Estelle acaba de lançar os vídeos do seu novo single, Fall In Love. São duas versões do mesmo som, uma versão com John Legend e a outra com Nas. Confira:

John Legend Version

Nas Version

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eng_dmx_gbs_BM_Baye_744802g

O advogado de DMX confirmou que o rapper se entregou às autoridades em Los Angeles ontem (26 de julho) para começar a cumprir uma pena de três meses de prisão.
DMX apareceu em um tribunal de Los Angeles, onde ele foi condenado a três meses de prisão, por violar os termos da liberdade condicional que recebeu em 2002 por dirigir perigosamente.
“O Sr. Simmons está aqui hoje para cooperar plenamente com quaisquer assuntos de interesse do tribunal”, disse o advogado de DMX.
“Este é um dos muitos passos que ele ainda dará para reconstruir sua imagem e seu relacionamento com a comunidade e fãs fiéis.”

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Ogi-Topo

Em meados de 1991, ele conheceu o Rap. Em meados de 1994, ele deu seu pontapé inicial e o Rap, o conheceu. Parou por um tempo…
Logo após, por 6 anos ininterruptos, passou a pichar. Percorreu São Paulo de ponta a ponta mandando seus Throw-up’s, Bombs e Tags.
Em 2003, ele se rendeu ao que o destino tinha encarregado de lhe preparar, e retomou com o Rap, não parando mais até hoje!
Do contra, ele passou por Missões e Planos e narrou sua Superação.
Agora, em projeto solo, prepara o lançamento do seu disco Crônicas da Cidade Cinza que promete inovação e muita qualidade.
Dias atrás, recebeu indicação ao VMB, prêmio anual da MTV, na categoria RAP.
Integrante do grupo Contra-Fluxo, beatmaker, MC, pixador, cronista, amante do Samba, do Rap e da música.
Todos esses temas você confere nesse bate papo/entrevista que tivemos com o personagem da vez.
Rodrigo Hayashi por nascimento, OGI pelo Rap! Vai lá…

Radar Urbano – Salve Ogi, satisfação em falar contigo irmão.
O Radar Urbano é um site com muitos visitantes que não conhecem o HipHop, por isso se apresente Ogi, conte um pouco da sua caminhada.

OGI – Eu comecei a ouvir e consumir Rap por volta de 1991, mas escutar de verdade foi
antes disso. Acho que no final dos anos 80, eu escutei um som do Thaíde e Dj Hum que se
chamava Corpo Fechado, lembro que quando ouvi aquilo, perguntei pra um amigo mais
velho o que era e ele disse que aquilo era Rap, e foi assim que o Rap entrou na minha vida.
Por volta de 94 eu formei um grupo, eu, o Big Edy e o Dj Djalma e chamava-se RED
(Raciocinio, Educação e Dignidade). Eu e o Big Edy éramos os mcs, e o Djalma, que hoje
tem um salão de cabeleireiro na Galeria, era o Dj.
A temática era diferente, nós criávamos letras de protesto e falávamos um pouco do que
víamos acontecer, era o Rap daquela época com ideias sobre o crime, polícia e sobre a
política.
Nós chegamos a participar de um festival, uma parada que rolava no Tio Sam Club e
era organizado pelo Rino Mari. Ficamos em segundo lugar no dia e aconteceu um fato
curioso, o anúncio do festival dizia que os três primeiros colocados gravariam uma faixa
na coletânea do Rino, hahahahahahaha, foi pura ilusão… Além de ter que se classificar,
também tinha que pagar um certo valor, acho que eram 800 reais, aí sim você gravaria
e sairia na coletânea. Desse dia em diante, resolvi deixar de lado, como o Rap era só
diversão, só consumia, comprava CD toda semana lá na galeria, mas nada, além disso.
Em 95 eu deixei as rimas de lado e comecei a pichar. A pichação me deu a base das ruas, me ensinou a ser ligeiro, correr de policia e conhecer São Paulo de ponta a ponta.
Pichei durante seis anos sem parar e em 2002, quando ouvi o som do Espião “Sétimo Volume da Enciclopédia letra H”- um som que rimava o Espião, o Parteum e mais uma galera – eu disse, opa essa é a linha de Rap que tem a minha cara e assim eu retomei as rimas.
Em 2003 formei o Contra Fluxo junto com o Dejavu, e o Big Edy que sempre esteve
comigo, automaticamente se tornou o Dj do grupo. Eu já conhecia o Mascote e o convidei,
o Edy conhecia o Willian e fez o convite pra participar do grupo. Nós procuramos o
Munhoz, pois éramos fãs do Ascendência Mista e ele topou produzir e gravar o primeiro
disco, assim, no final de 2005, lançamos o primeiro disco do Contra Fluxo, intitulado
Missões e Planos. Isso nos deixou muito mais próximos do Munhoz, tanto que começamos
a fazer sons em parceria. No começo de 2006 nós entramos em estúdio outra vez e
convidamos o Munhoz para ser integrante do Contra Fluxo, ele topou e no final de 2007,
com um integrante a mais, lançamos o segundo disco do grupo, que teve o nome de
SuperAção, um disco duplo e cheio de participações.
Participei do disco do Nocivo Shomon, na faixa “Infância”, participei também do disco do
Dr. Caligari, na faixa “Nossa Hora”, do disco do Pizzol, na faixa “O Viajante”, do disco da
Nathy Mc, na faixa “A dama e o vagabundo”.
Com o Contra Fluxo participei da Mix tape do Munhoz (Beats e Rimas Vol. 1), com a
faixa “Reflexões”, da Coletânea da Radio Boom Shot, contribuímos com a faixa “Dê
o seu preço”. Também com o Contra Fluxo participei da Mix tape do Dj Caique, onde
contribuímos com a faixa “Minha Prece”.
Agora tive vontade de fazer um trabalho sozinho, não que o Contra Fluxo tenha acabado,
não é isso, nós só demos um tempo e eu dei andamento no trabalho solo. Meu disco deve
sair entre agosto/setembro e terá o nome de Crônicas da Cidade Cinza.
Essa é a minha caminhada até agora.

Radar Urbano – Em cima dessa sua apresentação, tem muitas perguntas a serem feitas. Primeiramente, o que me chamou atenção foi esse lance do festival onde você participou e deixou o Rap de lado, desilusão, retomando com o Rap 7 anos mais tarde após ouvir o som que você cita, inspiração. Dois pontos que marcaram sua caminhada e mais que isso sua vida. Hoje, o OGI tem o Rap como diversão, como ferramenta de protesto ou como forma de arte e estilo de vida? E você sobrevive do Rap?

OGI – Hoje o Rap é a minha vida. Mano, eu não sei fazer outra coisa a não ser escrever
rimas. Eu brinco de fazer beats. A escrita no Rap tá me levando para um outro caminho. Eu comecei a desenhar uns roteiros e quem sabe um dia eu trabalhe com cinema, escreva um livro.
Já tentei trabalhar com outras paradas, mas não rola. É foda trabalhar sem prazer. Com o
Rap é diferente, eu fico dias escrevendo, rimando e flui fácil, mas se fosse um trabalho
maçante, certeza de que eu já teria pedido demissão ou teria sido demitido.
Fiz três anos de publicidade e larguei. Deveria ter uma faculdade de rimas, eu faria (risos).
Rap é arte e eu me baseio no que vivo para escrever, então é estilo de vida. Tem protesto
também só que de outra maneira.
Eu não vou escrever uma letra e dizer que vou roubar alguém, ou assassinar. A rima
influencia muita gente e eu tento protestar de outra maneira.
Trabalhei na Febem e dava aulas de rima pra molecada, era foda. Eu tive aluno que se
sentia muito incentivado a roubar. Ele ouvia um Rap que exaltava isso e achava que tinha
que fazer o mesmo, e não é assim. O Rap tem muito poder, a palavra tem muito poder.
Eu ainda não vivo de Rap, mas espero viver, viver de música. To lutando pra isso
acontecer.

Ogi-01

Radar Urbano – A cena Underground, alternativa como falam, tem ganhado muito destaque, graças a pessoas como você que ajudaram a abrir caminho, e graças a nomes novos do Rap que andam agitando e trazendo novos olhos pra esta linhagem do Rap, atraindo público e com isto o dinheiro. Esse sempre foi um dilema, HipHop x Dinheiro. Como trabalhar isso sem perder a essência?

OGI – Eu não vejo dessa maneira, não vejo o dinheiro como inimigo. Eu quero ganhar
dinheiro. Quem não quer ganhar dinheiro fazendo o que gosta? Acho que ninguém.
O problema é que se você ganha dinheiro, consequentemente seu padrão de vida irá mudar
e muitos rappers que ganharam dinheiro mudaram sua forma de escrever. O que antes era tenso, em consequência disso, se tornou mais suave.
Acho que é por isso que alguns rappers não saem de suas quebradas, pra não perder a
essência.
Isso que deu uma bagunçada no Rap lá dos EUA, o sujeito ganha tanto dinheiro que não
tem mais como falar como antes, então eles falam de carros, de jóias. Aqui isso acontece
em proporção muito menor, mas acontece.
Eu acho possível manter a raiz, é só não se deslumbrar. Pra mim será tranquilo, porque eu
não almejo ficar milionário, eu só quero ter uma grana que dê para me sustentar, comprar
uns equipamentos e pagar as contas da casa, só quero isso, meu sonho é esse.
Se eu tivesse nascido com muita grana eu poderia rimar e meu som teria essência… Acho que temos que ser reais, não to ditando regras, longe de mim, mas o meu jeito de escrever não permite que eu escreva sobre algo que não vivi, sabe?
Tipo eu acho o Skate um esporte cabuloso, mas nunca tive o dom e se eu falar de skate em
um som estarei mentindo, posso falar de futebol, posso falar do que acontece na rua, mas se
eu falar de carros importados, novamente estaria mentindo, é isso.

Radar Urbano – Crônicas da Cidade Cinza tá saindo do forno. Conte pra gente os detalhes desse trabalho.

OGI – Crônicas da Cidade Cinza é um disco no formato Storytelling onde eu conto histórias
baseadas no que vivo no que vivi e no que vi meus amigos viverem.
Terá 19 faixas com participações de Dr. Caligari, Don Cesão, Munhoz, Rodrigo Brandão,
Espião, Lurdez da Luz, Savave e Rick. A produção fica por conta de Dj Caique, Nave,
Dario, Drunk, Leleco, Menor, Dj Zala, Sala 70 e eu produzi duas.
A capa foi feita pelos Gemeos.

Radar Urbano – A arte da capa feita pelos Gemeos, é uma referência com a sua vivência com os tempos de Pichação?

OGI – Sim. Conheço os caras da época que eles faziam a revista Fiz. Eles sempre respeitaram o meu role nas ruas e quando fiz o convite, eles toparam na hora.
Os Gemeos foram os primeiros a levar a pichação pra fora do Brasil. Os gringos que tinham
acesso a revista ficavam impressionados com a caligrafia do picho. Esta caligrafia é só nossa, foi criada nas ruas de São Paulo. O picho com esse tipo de caligrafia teve origem
aqui e Os Gemeos propagaram pro mundo.

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Radar Urbano – O Graffiti hoje, parece não andar mais junto com o HipHop como um elemento que veio dele. Até nas entrevistas dos próprios Gemeos, eles se intitulam artistas plásticos e não se vê mais essa ligação com o movimento, e não só eles. Isso é uma evolução ou o elemento tem mesmo se desgarrado do movimento?

OGI – Po, eu não posso falar muito do graffiti, porque não vivi e nem vivo o graffiti, só
tenho amigos que são graffiteiros.

Radar Urbano – A Premonição e A Vaga são músicas que estarão no seu disco?

OGI – Sim, são dois singles que eu soltei na internet pra aquecer a rapaziada. Fiz um clipe
da música Premonição, que foi produzida pelo Dj Caique.

Radar Urbano – E sobre a Lira do Samba. Conte-nos um pouco sobre esse projeto…

OGI – Eu sempre fui fanático por samba, escuto desde moleque. O Rap e o Samba de
Raiz foram grandes influências pra minha formação como MC. A malandragem com que
os sambistas cantam, a temática das letras, o batuque… O samba de raiz está um pouco
esquecido, posso estar enganado, mas vejo isso. Então eu resolvi fazer um programa e
mostrar toda a riqueza destes sambas que pouca gente conhece.
Encarnei um personagem, inspirado nos antigos radialistas, fiz a seleção e gravei. Pretendo
colocar dois programas por mês na internet. (Clique aqui e acesse.)

Radar Urbano – Essas inspirações serão encontradas no decorrer deste disco? E em que mais você buscou inspiração para as produções e letras do disco?

OGI – Sim. A introdução é um samba. O Pizzol tocou o cavaco e o Dj Caique fez a
percussão. Eu me inspiro nas ruas, nos roles de pichação, nos bares, video games, nas
conversas com meus amigos. Junto tudo e tudo isso vira letra.

Radar Urbano – Você já deixou bem claro que o Contra Fluxo não acabou, mas, existe algum projeto futuro para o grupo?

OGI – Sim. Eu estou finalizando meu disco, o Mascote está trabalhando em um disco solo
também, o Munhoz pretende lançar um sozinho. Assim que finalizarmos estes trabalhos,
daremos início ao terceiro disco do Contra Fluxo.

Radar Urbano – Muito bom… acompanhou a Copa do Mundo?

OGI – (Risos) Nem, mano. Só acompanho o Corinthians. Já fui fanático pela seleção, mas
deixei de acreditar na copa de 98.

Radar Urbano – Acha que de fato ali aconteceu alguma maracutaia?

OGI – Acho. O Brasil tinha time pra ganhar, tudo bem que o Zidane era foda, mas dava pra
ter jogado melhor contra a França.

Radar Urbano – E no jogo do Rap… Em quem o OGI aposta pra 2010/2011 ?

OGI – Aposto no Don Cesão, no Dr. Caligari, no solo do Mascote, no disco do Nairobi e no
do Savave… São trabalhos que eu acompanho de perto. Se o Munhoz vier com um disco,
vai ser pancada. Tenho ouvido muito o disco da Lurdez da Luz, ta muito bom. Dos que
saíram esse ano, são esses. O disco do Espião com o Sala 70 também. Espião é cabreiro,
sempre vem com coisa boa. Escutei algumas rimas do Shaw e vem pancadaria por ai.

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Radar Urbano – Essa semana saiu a lista de indicados ao VMB 2010 e você aparece na categoria Rap. Como você recebeu essa notícia e qual é a importância dessa indicação pra você?

OGI – Isso para mim foi uma surpresa. Apesar do trabalho constante que venho realizando, não só do meu disco, mas também com projetos paralelos, como as participações que fiz com Pizzol, Dr. Caligari e Nathy MC, eu realmente não esperava ser indicado. Pra mim é uma grande vitória estar ao lado de pessoas que admiro. Só de ser indicado já é uma honra.

Radar Urbano – E para o Rap, qual é a importância de uma aparição mesmo que
miníma no VMB?

OGI – É um grão que está sendo plantado ali dentro da televisão. É um espaço que o RAP está conquistando e a tendência é crescer cada vez mais.

Radar Urbano – No último sábado o jornal Estadão veiculou uma matéria levando o título, O RAP EM CRISE. Você acha que o Rap passa por uma crise? Qual sua visão sobre o assunto? (Veja matéria: http://migre.me/Y4dc )

OGI – O RAP não está em crise! Existem artistas que renovaram o discurso e assim estão trazendo um novo público ao RAP. Isso é a maior prova de que o RAP não está em crise.

Radar Urbano – OGI, muito obrigado pelo bate papo, o Radar Urbano e o HipHop agradece. Deixe suas considerações finais…

OGI –Deixo um salve pra Família Contra Fluxo, Familia 360 graus records, Rodrigo
Brandão, Espião, Ludez da Luz, Zorack, Bugalu. Pros meus manos Dario, Nairobi, Nave e Prodigo lá de Curitiba e pra minha namorada, te amo, Deh.
É isso. O Rap ta vivo!

Abaixo, vídeo da música Premonição:

Abaixo, vídeo da música A Dama e o Vagabundo – Nathy MC ft. Ogi:

::: Sigam OGI no twitter: @Rodrigo_ogi
::: Acessem o Myspace do rapper: www.myspace.com/ogidocontra

freddie-gibbs-str8-killa-no-filla-nahright

Str8 Killa No Filla EP, nas ruas em 3 de agosto.

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http://www.thequickhour.com/word/wp-content/uploads/2009/08/bow-wow.jpg

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icet

O rapper americano Ice-T foi detido hoje pela Polícia de Nova York por dirigir com uma habilitação suspensa, informou o jornal “Daily News” em seu site.

Famoso nos anos 90 e conhecido por sua participação desde o ano 2000 na série “Law and Order: SVU”, na qual interpreta o detetive Fin Tutuola do departamento de Polícia de Nova York, foi parado em Manhattan por dirigir sem cinto de segurança, segundo o diário nova-iorquino.

Ao pedir os documentos do rapper, os policiais viram que sua habilitação estava suspensa e o detiveram.

Ice-T, de 42 anos, causou grande polêmica em 1992 ao compor a música “Cop Killer” (”Matador de Policiais”, em tradução livre), na qual assumia o ponto de vista de um criminoso farto do racismo e da truculência de policiais americanos.

Por causa da controvérsia gerada pela música, Ice-T deixou sua gravadora à época, Time Warner Music, que se negou a gravar o disco seguinte do rapper.

UOL.

“Rider PT”

“The Invitation”

Este som estará no EP, Never A Dull Moment, de Willie The Kid & Lee Bannon. 27 de julho no iTunes.

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justin-bieber

Justin Bieber revelou a revista Teen Vogue que vai estrelar o seu próprio filme.

O roteiro será inspirado no filme do rapper Eminem, 8 Mile – Rua das ilusões, lançado em 2002.

“Nós estamos tentando criar um filme para mim no futuro próximo, vai ser semelhante à história de como eu comecei minha carreira, tipo como a minha própria versão de 8 Mile”, revelou o cantor de 16 anos.

ali12c

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De férias no Rio de Janeiro, o craque brasileiro Ronaldinho Gaúcho aproveitou o tempo livre para curtir a noite carioca.
O jogador do Milan foi o convidado do rapper 50 Cent, que estava em turnê pelo Brasil.
Chamado pelo artista, o camisa 10 subiu ao palco mas preferiu não arriscar no microfone e se limitou a ficar no palco apenas agitando a plateia carioca, que foi pega de surpresa com a presença do atleta.
Tony Yayo, integrante da G-Unit, postou em seu twitpic foto com o jogador ainda no backstage.

Confira no vídeo abaixo o momento que o jogador sobe ao palco:

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Já está disponivel a Mix Tape Vol.3, do Programa Conexão Hip Hop, aonde tem 19 faixas do melhor Rap Nacional e Internacional sem intervalos, adquira a sua agora.

01-Obie Trice-Jack my Dick
02-Tragedy Khadafi & Trez – Move Like This (Feat. Littles)
03-Redman – Walk in Gutta (feat. Erick Sermon Keith Murray and Biz Markie)
04-Nature – Everyday
05-Bustharymes – Genisis
06-Sadat_x – Lyrics (feat Craig G)
07-Krs & Buckshot – Past, Present, Future (Feat. Melanie Fiona & Naledge)
08-Jadakiss feat. TL Cross – All Falls Down DIRTY The Champ Is Here
09-Rzo – Loco
10-Dina Dee – Prova de Fogo
11-Black Moon – Evil Dee and Walt Know Why ft. Keisha Shontelle
12-Banda BlackRio – Mente do Vilão
13-Mv Bill – Liberte-se
14-Xis – Se vira viro (ao vivo)
15-Marcelo D2 – Desabafo
16-Buckshot and 9th wonder- Just Display
17-Redman-wutchoogonnado(feat. melanie rutherford)
18-Mosdef- Jump off feat. Ludacris
19-Jorge Benjor – Charles Anjo 45

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CONEXÃO HIP HOP TODOS OS DOMINGOS APARTIR DAS 20HS NA LOCUÇÃO DO PROGRAMA: WOLNEYP4, RONNYBLUE E ALMIRÊ.COM
ESCUTEM AOVIVO PELA NET www.clubfmlitoral.com.br TODOS OS DOMINGOS O MELHOR DO RAP É NO CONEXÃO HIP HOP.

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O rapper Thig, um dos integrantes do grupo Relatos da Invasão, acaba de lançar sua MIXTAPE Sucesso, Dinheiro, Progresso.
A mix conta com 21 faixas e participações de Edi Rock, Xis e Lakers.
Veja a seguir o vídeo de apresentação do trabalho, e logo mais abaixo, o link para download!!!

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Som do projeto Aleon Craft The Stargazing Soundtrack de Mick Boogie & Terry Urban.

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