Uepa!! Como sempre, começo o post me desculpando pela longa ausência!

Galera, leitores queridos, eu sumo, MAS EU VOLTO, tô vivona e não vou deixar de lado o RADAR URBANO nunca!

Mas vamos lá ao que interessa hoje…o assunto hoje é ROCK! Como todos sabem, hoje é o dia do nosso querido Rock and Roll, redes sociais, blogs, revistas, portais não falam em outra coisa, senão sobre o ROCK, não vou fazer diferente, mas vou abordar aqui o Rock Sergipano!

Reforçando a informação sobra a blogueira, eu sou sergipana, nordestina, aracajuana e moradora de São Paulo há apenas 5 anos e não é por    isso   que deixo de lado minhas raízes e faço questão de prestigiar os músicos e roqueiros da terra: Karne Krua, Snooze, Triste fim de rosilene,  Plástico Lunar, The Baggios, Bicicletas de Atalaia são algumas das bandas das inúmeras que existem. Pois é meu amigo… o rock sergipano existe,  o tal ilustre desconhecido, que merece ser explorado e divulgado!

Fica aqui um documentário dirigido por Werden Tavares, são 20 minutos de rock sergipano pra dar aquele gostinho de quero mais.

Clique AQUI para assistir o documentário inteiro!

E se ficou curioso de verdade, aproveite que tá vindo ai a Plástico Lunar, com shows no Studio SP (quinta – dia 14), no Festival de Artes de Serrinha ( sábado – dia 16) e na Casa Fora do Eixo (domingo – dia 17)

” Melodias espaciais, arranjos complexos, timbres envenenados, letras filosóficas, climas que te levam pra longe. Tudo isso tocado por jovens que sabem o que fazem (músicos de mãos cheias) e amantes do bom e velho rock’n roll. É uma verdadeira viagem de volta aos anos 60 (época de ouro do surrealismo musical), com direito a costeletas quilométricas, óculos escuros, terninhos, plumas e paetês. Tudo emoldurado por boa música e melodias carregadas de sentimento.
A banda é composta por Daniel Torres (vocais e guitarra), Bicho-Grilo (Baixo e backings), Léo Airplane (Órgãos e sintetizadores), Costello (Guitarras) e Odara (bateria), juntos, eles esbanjam talento nas suas composições produzindo uma sonoridade que altera qualquer sentido, com letras e arranjos que soam ora paranóicos, ora reveladores.
A Plástico Lunar foi formada em Aracaju-SE, com o propósito inicial de se fazer rock’n roll sincero, desapegado de modismos e tendências impostas pelas rádios. Devido ao grande potencial autoral, a banda logo passou a ser humildemente reconhecida fora das fronteiras de seu estado: comprovando a evidente a criatividade musical, a Plástico chamou a atenção, em 2001, do tradicional selo paulistano “Baratos Afins”, que os lançou nacionalmente, com a música “Meu Jardim”, na excelente coletânea “Brazilian Pebbles vol. 2”, que reúne a nata do rock psicodélico brasileiro do terceiro milênio. Mas os projetos não param por aí, depois de lançados 2 excelentes trabalhos independentes, a banda já esta agilizando as gravações do seu 1º álbum oficial! o primeiro de uma história a ser traçada.
Não se trata apenas uma banda de rock qualquer, uma das características do seu som é o experimentalismo musical e podem ser identificadas passagens por várias vertentes sonoras, seja o Mod, o blues, o progressivo ou o hard rock, etc. Sem se apegar a nada, a banda une o dito “velho” para formar “o novo” seguindo a lei da física de que no universo nada se cria, tudo se transforma.
Os 5 rapazes de Aracaju carregam na bagagem, influências, principalmente, do rock garageiro do anos 60, como The kinks, Animals, Jefferson Airplane, Syd Barrett, Love, Bob Dylan, e é claro, muito Beatles e Stones (o feijão com arroz). ”  (retirado do Trama Virtual)

Escute  mais da banda AQUI e ENJOYYY!!!!!

Viva o ROCK!!!

Bicicletas de Atalaia, formada por Léo e Bruno já faz parte do circuito de rock em São Paulo

Por hoje é só…espero que tenham curtido o post e tenham se empolgado com o ROCK SERGIPANO!

Abraço meus queridos, em breve estou de volta ;)

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Incêndios

by cibelenogueira | May 25, 2011 | In Cinema No Comments

Incêndios, um belíssimo filme de Denis Villeneuve, tem um roteiro envolvente.

Passado e presente se entrelaçam. Duas mulheres, uma única busca.

O filme conta a história de Nawal, uma mulher forte do Oriente Médio e dona de um passado desconhecido. Após sua morte, um segredo é revelado a seus filhos: eles tem um irmão e seu pai não está morto como Nawal havia dito durante toda a sua vida.

Incendies

Jeanne, filha de Nawal embarca numa viagem ao passado repleta de revelações, já Simon prefere ficar de fora e agir com imaturidade, deixando a busca por conta da irmã.

O interessante do roteiro de Villeneuve (muitíssimo bem escrito por sinal), é que é visivelmente uma adaptação..por que não dizer uma modelização semiótica, onde o objeto de estudo é a tragédia de Sófocles “Édipo Rei” e o signo é o filme? Pros que conhecem a famosa história de Édipo ( aquele que matou o próprio pai, ficou com a mãe e teve até filhos com ela ), vai entender o que estou falando…

Não vou explicitar mais nada, pra não rolar spoiler…mas vale muito a pena ver o filme, além do roteiro, a fotografia é belíssima, a trilha conta com duas lindas músicas do Radiohead e é emoção do início ao fim, típico filme que tira o fólego, tensiona os ombros e derruba lágrimas. Recomendo muito!

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Olha que dessa vez eu não sumi, mas vou desrespeitar a promessa do post passado. Prometo que o próximo post dou continuidade as  descobertas cinematográficas.

Em véspera de carnaval venho aqui recomendar um filme pra quem não for de folia e tiver afim de passar o carnaval encontrando as telas.

Valorizando o nosso cinema. Vale a pena pagar por uma puta no cinema rs

Bruna Surfistinha me surpreendeu. O filme tem direção do Marcus Baldini (seu primeiro longa) e roteiro de Antônia Pellegrino, José Carvalho e Homero Olivetto.

Um roteiro muito bem resolvido e amarrado, personagens fortes, trilha  muito bem escolhida (do brega escrachado de botequim à finesse  Radiohead). A montagem é demais, acho que foi o que mais me  surpreendeu.

O filme é mais que a história de uma prostituta. Conflitos internos. Quem  sou eu? Quais as minhas fraquezas, limitações, sonhos, medos ?

Pra quem não sabe, o filme não é biográfico é apenas baseado na vida da  Raquel (Bruna Surfistinha) mas sem contar tudo ao pé da letra.

Débora Secco está tão convincente como Bruna que chega a chocar quem  está acostumado a ver a atriz em papéis globais em novela das 8. É impressionante a transformação da personagem, da postura ao tom da voz, de menina insegura passa a mulher bem resolvida, numa linha de altos e baixos super baixos (fundo do poço, overdose…decadência). Com certeza seu melhor papel em toda a sua carreira.

Recomendo. O trailer aqui.

E bom carnaval galera!

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Meta 2011: 1 filme por dia. Será que eu consigo?

Já me perdi, mas estou com uma média boa e mais importante que números são as descobertas que a tal meta está me proporcionando e que sim, eu estou aqui  hoje pra dividir com vocês, afinal que tipo de blogueira é essa, que some, não dá satisfações e deixa o blog às moscas? Seeempre que volto aqui … rola no primeiro parágrafo  um pedido de desculpas, já perceberam?  Pois então, desculpem o sumiço, voltei \o/

Começo aqui uma série de descobertas cinematográficas.

E pra começar, entre as principais descobertas (se não for a principal), tenho que citar um Coppola que pra mim inexistia e que com o seu único filme me deixou encantada, talvez pela coisa de identificação com a personagem ? Sim, deve ser isso, mas é fato que vocês irão gostar também!

Cq”  - filme de Roman Coppola – é um filme que fala sobre fazer filmes, se passa em    Paris nos anos 60/70 onde um diretor que não consegue terminar o seu filme (de ficção científica, cuja personagem principal é uma belíssima mulher ) tem o mesmo repassado pra um outro diretor finalizar…este diretor também não consegue chegar no obejtivo final, o filme então vai parar nas mãos de Paul, um montador que tinha – é claro – o grande sonho de fazer um filme e  agora tem a chance em suas mãos.

O que Paul não esperava é que iria se apaixonar  por  ”Dragonfly”, a personagem principal – agente secreta- do filme dentro do filme.

A partir daí mergulhamos nos conflitos de Paul com o filme, Paul com sua  Dragonfly, Paul com sua mulher, Paul com a realidade, Paul com a ficção e por que  não Paul com Paul?

O filme é divertido, tem uma estética bonita e a trilha sonora é linda.

Recomendo. Aqui você pode ver o trailer.

E aqui você pode ver o trailer do filme que se passa dentro do  filme. ;)

Por hoje é isso, próximo post volto com um menino prodígio chamado Xavier Dolan, outra incrível descoberta cinematográfica.

=* Seek you!

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Alguem já percebeu que a Globo resolveu dar mais espaço a séries de qualidade ? Tá acontecendo uma evolução …um espaço maior para produções não novelísticas, bem escritas e de bom gosto.  Se você acompanhou “Afinal o que querem as mulheres”  sabe do que eu tô falando.

Com direção de Luiz Fernando Carvalho, texto de João Paulo Cuenca e coautoria de Michel Melamed e Cecília Giannetti, a série contou as reviravoltas de um escritor tentando explicar  o que nem Freud conseguiu…a cabeça das mulheres. Foram 6 lindos episódios e muitas mulheres passando pela vida de André…entre salões de beleza, sexshop e noitadas…os depoimentos dos mais diversos tipos para compôr a tese do escritor, tese esta  orientada por um psicólogo que horas era visto como o próprio Freud. Com uma vinheta de fisgar os olhos de qualquer um, a direção de arte incrível e os momentos mágicos e teatrais da série me prenderam de forma que me apaixonei pelo caos daquele escritor buscando entender a mais dificeis das almas, a alma feminina.

Se você não viu, ainda há tempo… os episódios estão aqui !

E ontem começou “Amor em 4 atos”, pros amantes da poesia de Chico Buarque! A série vai contar em 4 episódios histórias inspiradas nas mais belas canções de amor, da mulher que sonha à mulher que trai.

O episódio de estréia dirigido por Tadeu Jungle, contou a história de Letícia, uma jovem cineasta que em meio a muitas dores de cabeça para montar um videoclipe, conhece Antônio, o pedreiro do apartamento de cima que se passa por engenheiro “sem querer querendo” para ser aceito pela moça. É paixão, é amor, coisa de caso, acaso, coincidência, destino, afeto e tesão.

Marjorie Estiano no papel estava fantástica, completamente convincente, Malvino Salvador uma graaaça #)       A edição do episódio que foi inteiro filmado com câmera de cinema ficou linda, cheio de cortes sutis e planos harmônicos. Fiquei encantada e passei o dia inteiro cantarolando …rs

Sem muitos spoilers pra quem não acompanhou…o episódio ainda não está inteiro disponível…mas com um pouquinho de paciência você consegue ver picadinho aqui.

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Os filmes de 2010.

by cibelenogueira | January 4, 2011 | In Cinema No Comments

Muito tempo sumida (todos os posts começarão assim? Oi? Cibele?) … e tava pensando sobre o que escrever no primeiro post desse belíssimo ano novo que começa, aliás FELIZ ANO NOVOS caros leitores !!

Vamos então a uma retrospectiva sobre o cinema brasileiro em 2010!

Falando em bilheteria, não é novidade alguma que Tropa de Elite 2 foi a maior bilheteria do Brasil, batendo até a galera azul (Avatar). Mas sem ficar nessa coisa de estatísticas, alguem ai lembra de Os Famosos e os Duendes da Morte, Antes que o mundo acabe, As melhores coisas do mundo, Reflexões de um liquidificador, Como Esquecer (alias, Ana Paula Arosio que atuação fantástica),  ou até dos documentários Dzi Croquettes e Uma noite em 67 ?

Vou favoritar três!

O “docudrama” Dzi Croquettes foi um dos que mais me chamou atenção. “Nem homem. Nem Mulher. Gente.” Assim os Dzi Croquettes se definiam em plena ditadura militar, entre a repressão descobre-se uma arte politica e completamente disfarçada com muita maquiagem, plumas e paetês. Dificil de entender.


Quem seriam aqueles homens vestidos de mulher? Gente! Gente que se expressava, que ousava, gente que conquistou um público não só no Brasil, mas no mundo.  O filme conta com belíssimas imagens da época e depoimentos de quem viveu com as Dzi Croquettes…como Liza Minnelli, Ron Lewis, Gilberto Gil, Nelson Motta, Marília Pêra, Ney Matogrosso, Betty Faria, Miéle, Jorge Fernando, Cláudia Raia, Elke Maravilha, Miguel Falabella, Pedro Cardoso e Norma Bengell.

Clica aqui pra ver o trailer e se não viu, não deixe de prestigiar essa belezura da Tatiana Issa  e Raphael Alvarez

Com direção de André Klotzel  e roteiro de José Antônio de Souza, Reflexões de um liquidificador, fez uso da voz over de forma divertidissima.

O liquidificador que conversa ( a voz ? Selton Mello) com Dona Elvira, uma senhora  que passa por um dificil momento (seu marido sumiu)…e o liquidificador conta como  tudo aconteceu com muitas reflexões sobre a vida e as diferenças entre os objetos e os  seres humanos. Trailer aqui !

E pra finalizar o post , tinha que falar do Antes que o mundo acabe, que sinceramente não tem como não comparar com Jules et Jim (Truffaut), calma…um Jules et Jim TEEN…digamos. Tá, deixa eu melhorar…em 1962 Truffaut e seu clássico Jules et Jim, amor, amizade e menage a trois na altura da Belle Époque e do pós-guerra. Um filme que mudou (marcou) a história do cinema. Uma resposta de Truffaut a Godard, vale a pena ler o livro, o roteiro e ver o filme! Voltando ao Antes que o mundo acabe : Triângulo amoroso, amizade e questionamentos sobre a vida, tudo num belíssimo cenário no sul do Brasil.

Um filme de Ana Luiza Azevedo, roteiro de Paulo Halm, Ana Luiz Azevedo, Jorge Furtado e Giba Assis Brasil.

Trailer aqui!

E … That’s all folks!


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Xandrilá

by cibelenogueira | December 3, 2010 | In Cinema 1 Comment

Trilha sonora por conta da Patricia Polayne

Quase 1 mês de ausência e  é sempre assim, sumo, volto e prometo posts frequentes, dessa vez não farei isso, mas darei explicações sobre a insconstância do blog. A definição “aspirante a roteirista” tá caminhando pro “finalmente roteirista” e esse caminho tá sendo duro: estudos, aulas, leituras, overdose de filmes e projetos em andamento…e é justamente  pelos projetos em andamento a minha ausência. Gente, eu vou ter um primeiro roteiro filmado! Há pouco tempo me chamaram pra participar de um projeto independente para possíveis editais, festivais e envolvimento até com o Canal Brasil…um curta sobre Renata, uma quase Bruna Surfistinha  e sua vida libidinosa. Sexo, drogas e muitas referências ao bom e velho rock n’roll se mesclam para contar a trajetória de uma garota que não tem limites para conseguir o que quer.

O roteiro é adaptação de um conto chamado “Xandrilá” de Isaac Dourado, cronista carioca-sergipano, adepto do erotismo nas palavras.

Será rodado em Aracaju (é um projeto Sergipano, gente eu sou de Sergipe, vocês lembram né? rs) e já está sendo decupado…previsões pra que fique pronto?  Sinceramente, não tenho idéia, o que posso falar é que estou indo acompanhar as filmagens em Aracaju e em breve darei mais notícias. O filme conta com direção de André Aragão , trilha sonora da consagrada artista sergipana Patrícia Polayne ( vale a pena visitar o myspace , suas referências vão da Tropicália, do coco ao Cocteau Twins, da música latina aos ritmos afrobrasileiros) , no papel da protagonista Renata, Huana Paula em sua estréia como atriz. Aguardem, é só o começo ;)

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Adepta dos filmes de super heróis ou adaptados de HQ que sou…me deparei com uma novidade há pouco tempo, o tal do Scott Pilgrim, personagem de uma HQ americana (previsão que chegue no Brasil em março de 2011) que se apaixona por uma garota chamada Ramona Flowers (excêntrico, não? rs) mas para ficar com ela tem que enfrentar uma Liga de Super Ex-namorados, passando por fases e “chefões”, sim sim, tudo como no universo do video-game!

Aliás pelo o que entendi o que não falta no filme e na HQ são referências ao universo do video game (muito Mario Bros, Star Wars, Zelda,  Street Fighter, PacMan e outros…DEMAIS gente!), um clima de anos 70 e 80 pros jovens nerds (ou não) sem faltar originalidade e inteligência nas piadas.

E no elenco nosso querido Michael Cera (Juno e Superbad)

Aqui o trailer ! ;)

Enjoy!

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Amor, música, sensualidade, bolero, jazz, noite, Havana, Nova York.

Essas são as palavras-chave  para Chico e Rita, novo longa de  animação      dirigido por Javier Mariscal (designer espanhol conhecido pelo  mascote      das  Olimpíadas de 1992, o Cobi, que na época até ganhou uma série de  Tv ) e  Fernando  Trueba (cineasta espanhol conhecido por filmes como Calle 54 e Belle        Epoque estrelado pela belíssima Penélope Cruz).

Escrito por Ignacio Martínez de Pisón, escritor e roteirista também espanhol,  ”Chico and Rita” mostra a história de amor entre um pianista e uma cantora na Havana dos anos 40, passando por uma Nova York  em tempos de overdose de arte criativa, uma homenagem a história de um dos maiores músicos de Cuba, Bebo Valdés .

A animação seduz e encanta à primeira vista, a forma mágica como Javier retratou Havana e Nova York sem deixar o realismo de lado… fascina, as músicas belíssimas fazem os ombros mexer e os olhos brilhar, é uma explosão de arte, os traços, as cores, os movimentos.

Foi um desses achados divinos e apaixonantes, deixo (como sempre) o trailer pra que desfrutem, a previsão de estréia aqui no Brasil é em Novembro, já estou aguardando ansiosa e sinceramente depois que vocês assistirem ao trailer se sentirão da mesma forma, é simples e lindo.

E no final, o amor é mesmo uma música que você nunca esquece.

“Love is a song you never forget”.

;) Até a próxima (prometo não demorar tanto).

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Kick Ass!

by cibelenogueira | September 30, 2010 | In Cinema No Comments

Cara, antes de tudo me desculpem a falta de atualização, os dias tem sido bem corridos…tô com uma lista de assuntos aqui pra passar pra frente, juro que tô, mas tá f***!

Mas hoje me senti motivada a escrever e compartilhar com vocês, queridíssimos leitores…sobre um filme que vi recentemente: ” KICK ASS – Quebrando tudo! ”  (clica aê pra ver o trailer ;] )

Na real tô um pouco atrasada pra falar dele, o filme esteve em cartaz no cinema há algum tempo…mas como recomendações são eternas e bem vindas e a minha idéia aqui é apontar o que faz parte da minha rotina e que pode ser de interesse de vocês, “vamo que vamo” !

O filme é adaptação de uma HQ do Mark Millar, tem direção do Matthew Vaughn (produtor do Snatch – Porcos e Diamantes), conta com o queridão do Nicolas Cage, o Christopher Charles Mintz ( O Mc Lovin, lembram? ) … mas quem rouba a cena mesmo é a pequena Chloe Moretz no papel da Hit Girl, na minha opinião a melhor heroína dos últimos tempos. Com um rostinho meigo, uma peruca channel roxa, um vocabulário recheados de “fuck fuck fuck”  e golpes e artimanhas sanguinárias de deixar qualquer um extasiado, a garotinha sem sombras de dúvidas conquista a primeira vista.

O legal de Kick Ass é que os super heróis são pessoas como eu e você, não tem nada de super poderes absurdos e impossíveis!

Se você gosta de HQ e super heróis não deixe de ver, aliás recomendo até que leiam a HQ, comecei a ler hoje e estou adorando, achando até melhor  que o filme!

A história é a seguinte, Dave ( o Kick Ass) não passava de um nerd comum como outro qualquer, fanático por super heróis e louco por uma garota que é claro não dava a menor bola pra ele, cheio de desejos como qualquer adolescente, Dave um dia resolve se vestir como um super herói e sair na rua bem intencionado, quer apenas ajudar as pessoas, mas o inesperado acontece e ele acaba se envolvendo com vilões de verdade. Sua vida vira de ponta a cabeça!

Sério, o filme é demais!

Recomendo! ;)

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